sexta-feira, 15 de junho de 2012

O professor


Capitulo 14
Lua sentiu toda a tensão que seu corpo reuniu percorrer seus órgãos vitais antes de se concentrarem num único ponto abaixo de seu ventre. Então contrações involuntárias e violentas tomaram conta de suas pernas e seu quadril e ela finalmente se deixou arrebatar por um orgasmo enlouquecedor.

O gemido dela foi longo e agudo, quase uma suplica.

Lua moveu freneticamente o quadril contra a língua de Arthur que continuava seu trabalho magistral, buscando mais daquela sensação inquietante e gostosa. Aos poucos os movimentos foram ficando lentos, mais lentos, mais lentos, até que ela desabou o quadril e a cabeça na mesa, sem qualquer vestígio de força pára falar de novo.
"Arthur..." 

Ela tentou falar quando recobrou um pouco das forças, mas calou-se com o beijo ardente que recebeu dele.

Arthur estava excitado como nunca e Lua evaideceu-se de conseguir aquele tipo de reação do corpo daquele homem especial e único.
Ele segurou seu rosto com uma das mãos enquanto a beijava com ternura e posse, só ele conseguia mesclar este tipo de sensação num só beijo. Ela se sentia protegida e possuída. Sentia-se entregue nos braços dele, escrava no próprio prazer, do próprio desejo. Seu corpo era dela e ela não podia mais negar isso.

Arthur continuou beijando-a, reacendendo nela o fogo de antes num a proporção muito maior. Era incrível o encanto que aqueles lábios conseguiam dela.

Lua respondeu a paixão do beijo e com as mãos tratou de trilhar caminhos naquele corpo bem esculpido.

Arthur subiu mais em cima dela e mesmo com desconforto da mesa dura e pequena, ela sentiu arder com o contato das coxas grossas em suas coxas frágeis e o sexo duro e teso contra sua intimidade.
Ela ondulou contra ele pressionando, friccionando e ele gemeu em protesto.
Arthur ficou de joelhos e separou suas pernas, pronto para invadi-la, pronto para possuí-la, mas ela o deteve.

"Ainda não, tem algo que quero que me ensine, professor".

Ele não soube o que o atingiu mais a fundo. Se foi a voz sexy e melodiosa que adentrou seus ouvidos ou o modo que ela o chamou de professor, apenas sentiu uma pontada dolorosa em seu sexo. Ele precisava de liberação.
Num gesto ágil e dominante, Lua fez com que Arthur trocasse de posição com ela, e ficou por cima, inicialmente sentada em seu quadril, raspado as intimidades com lentidão, levando-o a loucura.

"Lua..."

"Shhh, não é hora de falar professor, é hora de ensinar"

Lua não saberia dizer de onde saiu tanta ousadia, ou sensualidade. Estava descobrindo os prazeres do corpo e de bônus, aprendendo a controlar seus níveis sexuais. Ela estava se descobrindo como predadora. Descobriu que sua voz poderia ser tanto afrodisíaco quanto seus beijos.

"Tem algo...que nunca fiz...- ela pausava de propósito, olhando-o nos olhos enquanto descia o corpo e se ajoelhava entre as pernas dele. - Nunca tive vontade...Até hoje.
Ela olhou sugestivamente para seu pênis.
"Lua...O que que está fazendo?" 

Ele perguntou assustado com a mudança, maravilhado com a perspectiva do que viria.

"É a primeira vez, então eu preciso que me indique o caminho, quero me ensine a como enlouquecê-lo e levá-lo ao êxtase com meus lábios".

"Lua, você pode ainda não estar..."
"Estou preparada, quero sentir seu gosto, apenas não quero desapontá-lo".

Ela tinha um sorriso moleque na face.

"Impossível" - ele sibilou, mais parecia um gemido entrecortado.

Ela sorriu e baixou a cabeça entre as pernas dele.

Arthur fechou os olhos antecipando o prazer.

Lua sentiu o coração ribombar diante da satisfação enorme que sentiu ao ouvi-lo quase urrar. Arthur contorceu-se e gemeu de forma selvagem quando ela inicialmente lambeu sua glande e depois envolveu com seus lábios quentes.

"AH minha Nossa! Lua..."

Arthur estava em êxtase. 
Sim, fazer amor com Lua vinha sendo a experiência mais maravilhosa de sua vida. Ela era quente, era deliciosa, sensual, apaixonante e completamente sua, mas aquilo superava toda e qualquer expectativa.
Lua iniciou sua experiência timidamente, com pequenas lambidas, que se tornaram cada vez mais quentes, mais fortes. Depois ela passou a envolver o membro dele na boca, não conseguia ir muito fundo, a boca pequena não lhe dava tanto acesso, mas o prazer que Arthur sentia naquele momento era indescritível.

Lua começou a friccionar o membro nas mãos enquanto alternada lambidas e chupões, Arthur tremia em suas mãos.

Ela sentiu a satisfação de estar no poder de controlar o prazer assim como Arthur fazia com ela e isso lhe dava muito desejo.

"Lua..."

Ele arfou, mas ela continuou o processo, sem se importar com o que estava por vir. Até que, sem conseguir mais se controlar, Arthur a afastou com um pouco de rudeza.

"Chega! - ele disse arfante - Sou humano...Chega".
Ela sorriu em triunfo e o olhou nos olhos.

"Então professor, como eu fui?"

Ele tentou rir, mas não conseguiu. O êxtase lhe entorpecia, Lua lhe enlouquecia e seu corpo clamava saciez.

Ele grunhiu em resposta e com um movimento firme a rodopiou e a colocou deitada na mesa por baixo dele.

"Nota dez aluna, agora sua bonificação".

Ele disse isso e atacou seu pescoço.
Lua sentiu-se eletrizar quando ele lambeu a carne alva do seu pescoço. Suas entranhas vibraram em antecipação.
Arthur beijou-lhe a boca com uma ferocidade excitante.

"Minha intenção, era supreendê-la com calma. Provar cada liquido que separei ali em cima em seu corpo - ela deu ma olhada de relance e viu seis garrafas dispostas em cima do bar, reconheceu o vinho, o whisky e o licor, as outras não soube identificar. - Mas eu fui surpreendido, agora meu corpo clama pelo seu e eu não posso mais esperar querida".

"Terei muito gosto em ser provada por você, com todos aqueles líquidos e quantos mais você desejar, mas deixe isto pra depois, eu quero você Arthur. Eu preciso de você".

Arthur gemeu em resposta.

Ergueu o corpo cobrindo o dela ainda em cima da mesa e beijou-a com vontade.

"Você é doce Lua Blanco. Doce e deliciosa. Nunca vou cansar de provar você, de ter você".
"Arthur..."

Ela chamou no que mais parecia ser um pedido.

" O que foi querida?"

"Por favor Arthur... Eu quero..."

"O que quer meu anjo, o que você quer?"

"Quero você...Dentro de mim...Me preencha, me complete, por favor...Por favor Arthur..."

Ele sentiu o corpo retesar e vibrar.

Os gemidos e suplicas de Lua levaram seu tesão a um grau extraordinariamente alto.
" Hoje...eu quero diferente..."

Ela o olhou curiosa e entorpecida.
Ele segurou suas pernas e as abriu, passando uma a cada lado de sua cintura. Lua encontrava-se deitada na mesa, enquanto ele estava ajoelhado a sua frente, as pernas dela circundando sua cintura.

"Apoie-se nas bordas, a penetração será mais profunda que o normal. Você me terá, todo dentro de você".

A resposta dela foi um gemido, enquanto suas mãos procuravam as bordas da mesa.

Arthur ergueu o corpo, junto com ele os quadris dela, guiou seu membro até a entrada quente e palpitante, mas não entrou nela. Apenas brincou com seu controle, acariciando a entrada do sexo feminino com o seu.

"Arthur..."

Ela protestou.

Ele riu e brincou um pouco mais, penetrando um pouco, e retirando novamente.

"Não faça isso...É tortura..."
Arthur estava no limite, mas era delicioso vê-la descontrolada. Ele penetrou mais um pouco e saiu, depois com o polegar, afagou o clitóris e ela gemeu.

"Arthur...Vou matar você."

Ela disse com a voz um pouco mais firme.

"Mas...só quando acabar... -ela reconsiderou. - Me possua Arthur, agora!".
Sem esperar e nem suportar mais, Arthur a penetrou com força, uma única e firme estocada que a fez ver estrelas num orgasmo súbito e o fez quase gozar.

Ele parou. Estava quase no limite, mas não podia chegar sem brindar Lua com o que tinha preparado para ela.

Arthur fechou os olhos, mordeu a língua pedindo que a dor refreasse um pouco do desejo.

Ela ainda tremia, seu sexo se contraía com o efeito do clímax inicial, ela pressionou as bordas com força embranquecendo os nódulos dos dedos.

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